sábado, 19 de setembro de 2015

Dilemas na vida de um universitário - Parte 1


A vida as vezes é bem cômica. Adora olhar nos nossos olhos quando jovens, seduzir de uma forma inimaginavel como é a busca pela independência com um leve empurrãozinho da mídia - afinal de contas temos que confessar que somos influenciados de certo modo por ela. Não falo isso como uma pessoa que tende a trabalhar neste meio, mas como uma pessoa comum.
Na primeira vista, nossa mente é bombardeada ainda no ensino médio sobre as glórias, dificuldades e a bela imagem que uma vida de jovem-adulto tem. Confesso que sou suspeita para falar sobre os estudos massivos para o vestibular, já que aquele ritmo sempre me satisfazia - coisas que viciados em estudos entendem, mas a pressão que a sociedade, a escola, a família, entre desconhecidos colocam, beira ao absurdo. "Olhe como é maravilhoso se tornar totalmente independente com tão pouca idade, mesmo cheio de medos e com falta de instrução como muitos de sua idade. Corra, rapidamente e busque o primeiro lugar em cursos que lhe dê altas granas e pegue a primeira gostosa que ver." Familiar?


Somos tomados por pensamentos como estes, em que o desejo é dos outros e não os nossos. Há pensamentos que são de certo modo coerentes, porém há outros pensamentos que são plenamente descabidos e descaradamente fazem parte do plano não executado de outra pessoa.  Sabe a história de perder a virgindade? Muitos adolescentes sofrem pressão de outros coleguinhas que fizeram - e se arrependeram- para que façam também e não se sintam sozinhos nesta dor. E é nesse ponto que eu quero chegar: Você irá ceder?




É muito lindo contemplar Advocacia, Medicina, Engenharia, mas você tem paixão e desejo pleno por isso? Realmente acha viável esta escolha? Será que se tornará um profissional qualificado e especializado que o mercado tanto espera ou será mais um daqueles frustados em que realizaram sonhos dos outros e não os seus próprios? 

Se você realmente deseja isso em seu coração, vá em frente. Agora, se você sente que não é e que sua vocação é outra, pare. Analise e reflita em suas escolhas  se estão sendo influenciadas pela família (que é perdoável até certo ponto), pela escola ou cursinho (o maior desejo deles é ter seu nome como "olha, esse sucesso veio da nossa escola porque nós criamos ele e não é mérito dele, tá?") e estranhos (eu me frustei porque não consegui o que queria mas quero que você consiga por mim porque eu sou iludido e quero iludir). Analise mas tendo um pé na realidade, estudando o mercado em que você vai atuar, sua área e suas competências futuras. Ilustração por exemplo é complicado aqui, logo deixe em segundo plano e se foque no seu "Plano b". Afinal de contas, temos que analisar e ver aonde podemos ter jogo de cintura com nossos talentos e nossos sonhos.

Essa pressão louca terminará (ou aumentará?)  até chegar o resultado do vestibular com um aprovado bem lindo naquelas listas extensas de nomes que você perde horas procurando o seu. Naquele momento, um grito de glória ecoará de você até que o choque de realidade comece: Minha vida começou a partir de agora. 

Neste momento eu castelinho imaginário começará a desmoronar e verá o quanto a linha que divide um estudante do ensino médio e um universitário na verdade é um muro. Agora você percebe que brigas entre faculdades públicas e particulares são ridículas, já que ambos tem o mesmo conteúdo, a mesma formação de professores e o que diferencia é, além de mensalidade, um tem mais dinheiro em pesquisas do que outro.  Verá que este papinho de ser difícil é apenas para quem é incapaz ou simplesmente, nunca entrou em uma faculdade ou desistiu: Difícil é cumprir o calendário acadêmico rígido e nada maleável, pois de resto é o que você ama e entende, logo irá fluir fácil. Nesse momento, percebe que terá que arcar com seus custos de algum modo e as preocupações em como ajudar na casa do seus pais irão aumentar. E você verá que eles são não só pais, mas amigos que irá te dar uma força absurda até se tornar um adulto completo que os encherá de orgulho. Não tenha vergonha, como muitos pregam que é. Você tem algo que envolve muito amor e sinceridade, mesmo diante das brigas - que acontecem nas melhores famílias.



Esse choque de realidade é bom. Apesar de uma sensaçã ode derrotado pairar em nosso ser, serve de alimento e vira um gás para a coragem de encarar as primeiras barreiras que você irá enfrentar.  Respire fundo, amarre seu tênis e pegue sua mochila: A vida começa nesse exato momento, aquela vida que não está nas novelas ou nos quadrinhos: a SUA vida. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A melhor semana: Bienal do Livro Rio 2015


Olá queridas batatas! Como mencionei no último post, estaria presente em dois dias na Bienal do Livro Rio 2015, o que considero um grande presente de aniversário, já que dia 13 de setembro (no caso, domingo) foi o meu grande dia para completar mais um ciclo élfico... digo, de vida. Juro que serei breve e resumida para não deixar isto grande demais.

Irei deixar particularmente meus pensamentos do meu aniversário para outro dia, pois o foco agora é esta semana INCRÍVEL que vivenciei. 

Alguns sabem como estava triste com as situações cotidianas ao meu redor e como as pessoas se portam. Tenho um "sério" problema de ficar exclusa em meu canto quando passo por dilemas ou problemas diversos (incluso saúde, principalmente). Sei o quanto é incômodo, porém é reconfortante e ao mesmo tempo um veneno. Percebi isso e pretendo me abrir um pouco futuramente, porém tem horas que realmente temos que dar a volta por cima de algumas síndromes ou transtornos para poder contemplar tudo em sua volta. Até desafiar limites!

Os dias em que estive lá foram o dia 8 de setembro e o dia 12 de setembro. No dia 8, estava acompanhada além do meu namorado, duas amigas muito queridas: Fernanda e Jullia (do blog de mesmo nome). Encaramos toda a maratona do ônibus acompanhada por biscoitinhos de chocolate e, por pouco, acabei não indo. Como era um dia após o feriado da independência, foi bem calmo e sem filas iminentes, logo pude andar e comprar com tranquilidade, porém, como o RioCentro é um local enorme não consegui andar em todos os stands dos 3 pavilhões onde ocorria o evento. A volta foi a mais desafiadora: 5 horas de engarrafamento até chegar de volta ao meu município, o que é um desafio para quem tem problemas por engarrafamento e ônibus lotados sem ar o suficiente. Cheguei exausta e ainda tinha aula/apresentação no dia seguinte. Não sei como aguentei.


No dia 12, fui com a minha melhor amiga/filha/irmã Anny, além do meu namorado dwarf Jack e de um amigo muito querido, Ulisses. Sábado é mais tranquilo em quesito trânsito, onde eu moro, logo fui sem medo, ao contrário de terça.  Chegamos bem rápido e já partimos para pavilhões onde não tinha ido(green is coming), além de ir novamente nos que eu tinha ido na terça-feira para comprar outros títulos que deixei para este dia. Aliás, levei uma mochila reserva para carregar os outros livros e cheguei a passar mal com tanto peso nas costas, porque sou dessas que coloca duas mochilas nas costas e vai andando em círculos.



 A parte feliz deste segundo dia é que pude comprar títulos que cheguei a ler e nunca terminei porque era emprestado e a pessoa era muito ciumenta com o livro, ao ponto de não conseguir terminar. Então, pude ter a honra de comprar de um autor que acredito que muitos que estão aqui gostam muito tanto quanto eu, além de ser amigo do meu amado Lewis. Não só de Tolkien, mas outros livros que outrora já tive também, como no caso dos contos de fadas.

Outra parte feliz foi conhecer o livro e o autor de Os Portões do Inferno. A sinopse me encantou absurdamente e ouvir com suas palavras todo o seu carinho e paixão pela sua obra fez o coração desta paladina se maravilhar. Folheando pude ver com muito carinho o zelo desde o mapa até os glossários para que nenhum leitor se perca nos termos e no universo. Sua longa experiência no meio fantástico, rpg, tolkien, entre outros, e as coisas que o inspirou farão vocês "tremerem na base".  Se tornou o topo da minha lista de 5 livros que estava lendo intercaladamente. Já estou no capítulo 2.




A parte mais tensa foi a alimentação, pois gastei singelos 44 reais só no Bob's com um trio estranho que tinha (porque comi duas vezes, já que eu não tinha tomado café e voltaria tarde). Senti falta de várias editoras lá e creio que provavelmente em São Paulo é mais completo nesse quesito. Porém posso dizer com orgulho que o do RioCentro foi EXCELENTE! 30 anos muito bem comemorados em solo carioca, para alegria de nossos corações cariocas. Abaixo segue a lista dos livros que comprei. Com ressalva de que não serão só esses que também irão compor o menu Livros do blog, mas toda a imensa leva de livros que já tenho em casa, que já li.


TÍTULOS-LIVROS

Alice (volume com os dois livros), Contos de Fadas, Floresta dos Corvos, Quando cair o verão & outras histórias (Doctor Who), Templária - Cidade entre mundos, O Forasteiro, Diário de Helga, Aniquilação, Tókio Ano Zero, O Portão do Inferno, Half Wild (os dois volumes), Dragões de Éter ( os três volumes), Senhor dos Anéis ( volume único, gigante, glorioso com os três livros), O Aprendiz de Assassino, A Espada  de Shannara ( queria muito, amo elfos e terá seriado. Comprei os dois volumes), Estado de Graça, O Mundo de Downtown Abbey, Resplendor da Cultura Medieval, Angkor.

TÍTULOS-QUADRINHOS

Hora de Aventura - Fionna & Cake, Warcraft - Lendas 1, Biblioteca DC - Mulher Maravilha - Deuses e Mortais, Quack - Kaji Pato, Box Fushigi Yugi - 19 ao 24.

TÍTULOS- PRESENTES PARA OUTRAS PESSOAS 

Halo - Broken Circle (para o meu namorado), O pequeno Príncipe (para minha irmã).

Pouca coisa, não? Por conta do cansaço e pela hora, não pude levar mais livros, para a tristeza de meu coração.  Minha frustação foi não ter encontrado a Aleph, a Darkside e outras que possuem títulos da cultura pop (Jurrasic Park, The Jedi Path, entre outros) para poder chorar uns descontos. Motivo? As lojas entre os pavilhões laranja, verde e azul, além da Editora Record (onde planejava fazer a xepa) estavam absurdas de cara com descontos de 3 reais, o que faz ser muito mais em conta comprar via internet, que está bem mais em conta em relação a diversos títulos/box pop. Fez feio, fiquei triste. Magoou. Mas como o coração de que ama ler é mole, logo mais estarei comprando os títulos de tanto desejo na internet mesmo, ok ? 


Então é isso, meus amados. Um post bem rápido sobre dois dias que valeram toda uma semana. Um momento em que poderia repetir novamente por toda a vida, uma fuga da realidade bem bacana. De todas as editoras presentes, as melhores em desconto foram sem dúvidas a Intríseca e a Arqueiro. Para você ter noção tinha livro no valor de 5 reais e Shannara eu levei os dois volumes por 28 reais, como exemplo. Para quem acha que Bienal não vale a pena, por uma pessoa aqui que ama e é suspeita para falar: Vale sim! Só sondar o preço e ver se está em conta, se não estiver.. Internet!
E NÃO CONSEGUI ABRAÇAR O MAURÍCIO DE SOUZA. ATÉ MAIS.

domingo, 6 de setembro de 2015

Ter uma vida saudável é um sacrifício?

Olá meus queridos sushis! Pelos comentários em posts anteriores percebi que sentiram minha falta durante essas semanas, então, sintam-se abraçados. Aqui estou de novo, um pouco mais calma, aproveitando o pré-feriado para fazer uma postagem. Particularmente queria já começar a trazer minhas análises e outros conteúdos, porém decidi para começar isso mesmo depois que eu for na Bienal do Rio 2015 - que por sinal parece estar INCRÍVEL.
Hoje irei tocar em um tema que tem me incomodado desde que tomei uma decisão por ordem médica e por conta disso dedos se viram contra o meu rosto: Saúde. Relaxem que é bem interessante, vai valer a pena cada minuto. 


Tirando a minha infância onde a minha alimentação sempre foi  um zelo da minha mãe, no final da adolescência mal bebia água (ao ponto de ficar meses sem beber) e ingeria litros e litros de refrigerante regados de massas e tudo que há de gorduroso neste mundo, nesse planeta. Sério, eu chegava a comer 2 subways de 30 centímetros em uma dia SEM ALGUM PROBLEMA.Sempre tive prazer em me alimentar, mesmo que de forma errada. Adorava saborear tudo o que eu comia e deixar tudo bem picante ou agridoce. 



 Porém, isso trouxe muitos prejuízos na minha saúde ao ponto de parar internada com 5 agulhas nas veias enquanto o outro braço eu tirava sangue para exames. Pela falta de água no meu corpo minhas veias ficavam ralas e arrebentavam, ao ponto de meu corpo "se desmontar" na rua e ficar no chão até conseguir me recuperar. Não conseguia sair da cama e um dia que fui magra normal (o famoso : com carninha), cheguei em 20 quilos acima do meu peso ideal, além de que tomo remédios para um tratamento sério que tenho feminino. Entrei em uma crise, onde não tinha mais forças, meu psicológico sempre foi afetado por conta da depressão que já tive (e foi um dos motivos de sumir do mundo blogueiro por um tempo) , meus relacionamentos com as pessoas estavam de mal a pior e meu auto-estima não existia mais, era lenda

.  Até que no final do ano passado, no Natal, me empanturrando das mil e uma gordices natalinas, me olhei no espelho e me lembrei do que a médica me falou dias antes: Ou você busca mudar, ou você não viverá mais. 



Desde então, em uma crise de choro absurda pelo choque de realidade que qualquer um passa nesse momento, não me reconhecia mais no espelho: Uma menina forte, corajosa, decidida e independente mesmo com todos os traumas e problemas que passou durante toda a vida estava frágil, fraca, dependente, desmotivada e afundada de novo na depressão. Tinha perdido meu verdadeiro ser, minha verdadeira identidade, meu ímpeto de tomar atitudes, até nisto!

Então em janeiro, comecei: Cortei por conta própria gordura, açúcar e frituras de modo agressivo, de um dia para o outro. Comecei a beber água de dar inveja a camelos e a trocar alimentos por naturais e integrais.  Evitava ao máximo qualquer coisa industrializada e ficava de olho nos sódios.  Os primeiros meses foram terríveis: já sou por natureza nervosa e impulsiva e acabei me tornando extremamente agressiva por conta da abstinência de tudo que eu comia de "ruim" e tinha reduzido a quantidade para reaprender a comer. Foram exatos 3 meses de tormento e choques com família e amigos.  No quarto mês senti meu corpo mais leve, mais disposto, mais magro porém mais saudável. Minha pele ficava mais limpa, meus cabelos voltaram a ter brilho e eu conseguia pensar e estudar INFINITAMENTE melhor do que antes.

No sexto mês estava linda, corada, saudável, uma princesa guerreira pronta para a batalha literalmente e bati o recorde de 6 meses sem pisar em um hospital na emergência, coisa que fazia a cada 3 dias. Recuperei até mesmo meu auto-estima, estava mais feliz, bem, até que outros tormentos apareceram. Alguns tormentos psicológicos de gente que confunde alimentação e vida saudável com radicalismo. 

Desde já, nunca fui e nem sou vegana. Cortei lactose e glúten porque de tanto que eu comia além do limite natural de um ser humano, desenvolvi uma alergia leve (fica a dica para quem toma 5 litros de leite por dia como eu tomava) porém atualmente eu como moderadamente, pois nosso corpo necessita.  Trocar tudo que é massa branca por integral (trigo por exemplo) não é sinônimo de emagrecimento e essas coisas loucas de vegano radical : É sinônimo de menos agressão e mais nutrientes para o seu corpo. 



 Muitos me criticaram, riram da minha cara, me chamaram de chata e nojenta só porque eu como legumes (!) - nunca mudei meu caráter e minha personalidade por conta da minha mudança, apenas negava aquele copão de coca-cola de dois litros da vida.  Os mesmos que não se importam com a saúde de forma básica, com um arroz e feijão, mas param no hospital e depois ficam pedindo orações para que não seja algo grave. Saibam que verduras e frutas (essa última quase não como porque realmente sou chata) e tudo que é mais natural possível é melhor do que um congelado, uma pizza de manhã e de noite por 1 semana. Isso não quer dizer que nunca mais vá comer, mas saber comer é essencial. E isso eles não entendem, mas ficam me pressionando para que eu engorde como antes. Sacrifício? Sim, mas por um bem maior. E no final, você repara que sacrifício mesmo é entupir seu corpo de coisas deliciosas que podem ser "comidos" de forma mais controlada se você souber dosar isso. Melhor viver bem e comendo as coisas sem problema do que viver a base de medicamentos, com o corpo ferrado.

Eu como pizza, como tudo o que eu amo, tomo refrigerante mas eu dosei a quantidade por semana, além de repor depois em verduras e legumes no meu almoço no dia seguinte, para que não me faça mal se eu exagerei.  Acho que eles se esquecem do sofrimento que tive com problemas de gordura no fígado, o estômago bugado e o intestino quase pedindo o fim da vida, fora meu problema hormonal.  

Nessas horas, vemos quem é amigo de verdade e quem não é. Se não quer saber de ter uma alimentação descente, saber controlar sua impulsividade por docinhos e viver reclamando da sua saúde e do seu peso o problema é SEU. Agora jogar SUAS frustações em cima de quem literalmente NASCEU DE NOVO é no mínimo uma hipocrisia e uma falta de caráter absurda. Me entristeci com essas pessoas porque eu me preocupo demais, porém hoje já sei lidar com elas: Tô nem aí.



Hoje posso saborear uma lasanha com sabedoria sem medo (até mesmo comer uma caixinha toda caso seja congelado) pois sei que não passarei no hospital cheia de medicamentos, pois meu corpo se preparou para quebrar tudo que é gordura e substância que me fazia mal pela ótima alimentação que eu tenho.  Hoje sou feliz por voltar a conseguir pegar ônibus com tranquilidade, sem a maldita síndrome do pânico pois passava mal sem hora nem momento.Hoje posso me deliciar com um churrasco delicioso, cheio de picanha e coração de galinha, pois meu corpo não vai rejeitar o que como e sei ter uma alimentação leve no dia seguinte. Hoje sou feliz porque o meu rendimento, que já era alto na faculdade, se tornou mais alto ainda por estar comendo bem. Hoje eu vivo, eu nasci de novo e ninguém tem o direito de apontar o dedo me tratando. Nem a mim e nem a você com as decisões que você escolhe na vida.

Se você está passando por isso ou não, saiba: Seja forte! Não deixem ninguém te julgar e acusar de coisas que você não é. Não deixem te rotular, SEJA VOCÊ SEMPRE, INDEPENDENTE DA MUDANÇA QUE FOR NECESSÁRIA PARA MELHORAR SUA VIDA.

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