quinta-feira, 8 de outubro de 2015

E quem disse que é fácil?

      Sinceramente, as vezes acho que a vida está de brincadeira comigo.  Em um certo momento o número de problemas e obrigações que chegam até a mim vem de uma forma extremamente assustadora.  Isso trás um desanimo muito grande em tudo: fazer conteúdo para os sites, blogar aqui e colocar o que planejei também,  sair, namorar e até mesmo estudar. O nível de problemas que estou tendo neste período é o cúmulo do absurdo, que me faz ter uma desmotivação muito grande. 
      Acho que por conta da crise, que foi o motivo de que eu fui dispensada (sempre fui excelente funcionária),  fez isto piorar, no nível: eu tenho responsabilidades de adulta, estou cheia de problemas e agora não tenho recursos para viver. Isso é deprimente e por isso estou sem postar pois eu nem estou tendo tempo para mim.  Leio TODOS os blogs pelo  meu celular, mas ainda sim não estou tendo tempo de sentar em meu pc ~que está ruim~ e compartilhar tudo o que quero com vocês.
       Porém sou otimista: Provavelmente algo muito grande deve estar por vir. Quanto mais difícil se torna as situações quer dizer que vou passar de level. Aprendi nos games, levei para a vida.
       Esse post é apenas um : Estou bem, sobrevivendo, mas relaxem, eu estou preparando os próximos posts, as próximas reflexões e quem sabe um novo layout ?

sábado, 19 de setembro de 2015

Dilemas na vida de um universitário - Parte 1


A vida as vezes é bem cômica. Adora olhar nos nossos olhos quando jovens, seduzir de uma forma inimaginavel como é a busca pela independência com um leve empurrãozinho da mídia - afinal de contas temos que confessar que somos influenciados de certo modo por ela. Não falo isso como uma pessoa que tende a trabalhar neste meio, mas como uma pessoa comum.
Na primeira vista, nossa mente é bombardeada ainda no ensino médio sobre as glórias, dificuldades e a bela imagem que uma vida de jovem-adulto tem. Confesso que sou suspeita para falar sobre os estudos massivos para o vestibular, já que aquele ritmo sempre me satisfazia - coisas que viciados em estudos entendem, mas a pressão que a sociedade, a escola, a família, entre desconhecidos colocam, beira ao absurdo. "Olhe como é maravilhoso se tornar totalmente independente com tão pouca idade, mesmo cheio de medos e com falta de instrução como muitos de sua idade. Corra, rapidamente e busque o primeiro lugar em cursos que lhe dê altas granas e pegue a primeira gostosa que ver." Familiar?


Somos tomados por pensamentos como estes, em que o desejo é dos outros e não os nossos. Há pensamentos que são de certo modo coerentes, porém há outros pensamentos que são plenamente descabidos e descaradamente fazem parte do plano não executado de outra pessoa.  Sabe a história de perder a virgindade? Muitos adolescentes sofrem pressão de outros coleguinhas que fizeram - e se arrependeram- para que façam também e não se sintam sozinhos nesta dor. E é nesse ponto que eu quero chegar: Você irá ceder?




É muito lindo contemplar Advocacia, Medicina, Engenharia, mas você tem paixão e desejo pleno por isso? Realmente acha viável esta escolha? Será que se tornará um profissional qualificado e especializado que o mercado tanto espera ou será mais um daqueles frustados em que realizaram sonhos dos outros e não os seus próprios? 

Se você realmente deseja isso em seu coração, vá em frente. Agora, se você sente que não é e que sua vocação é outra, pare. Analise e reflita em suas escolhas  se estão sendo influenciadas pela família (que é perdoável até certo ponto), pela escola ou cursinho (o maior desejo deles é ter seu nome como "olha, esse sucesso veio da nossa escola porque nós criamos ele e não é mérito dele, tá?") e estranhos (eu me frustei porque não consegui o que queria mas quero que você consiga por mim porque eu sou iludido e quero iludir). Analise mas tendo um pé na realidade, estudando o mercado em que você vai atuar, sua área e suas competências futuras. Ilustração por exemplo é complicado aqui, logo deixe em segundo plano e se foque no seu "Plano b". Afinal de contas, temos que analisar e ver aonde podemos ter jogo de cintura com nossos talentos e nossos sonhos.

Essa pressão louca terminará (ou aumentará?)  até chegar o resultado do vestibular com um aprovado bem lindo naquelas listas extensas de nomes que você perde horas procurando o seu. Naquele momento, um grito de glória ecoará de você até que o choque de realidade comece: Minha vida começou a partir de agora. 

Neste momento eu castelinho imaginário começará a desmoronar e verá o quanto a linha que divide um estudante do ensino médio e um universitário na verdade é um muro. Agora você percebe que brigas entre faculdades públicas e particulares são ridículas, já que ambos tem o mesmo conteúdo, a mesma formação de professores e o que diferencia é, além de mensalidade, um tem mais dinheiro em pesquisas do que outro.  Verá que este papinho de ser difícil é apenas para quem é incapaz ou simplesmente, nunca entrou em uma faculdade ou desistiu: Difícil é cumprir o calendário acadêmico rígido e nada maleável, pois de resto é o que você ama e entende, logo irá fluir fácil. Nesse momento, percebe que terá que arcar com seus custos de algum modo e as preocupações em como ajudar na casa do seus pais irão aumentar. E você verá que eles são não só pais, mas amigos que irá te dar uma força absurda até se tornar um adulto completo que os encherá de orgulho. Não tenha vergonha, como muitos pregam que é. Você tem algo que envolve muito amor e sinceridade, mesmo diante das brigas - que acontecem nas melhores famílias.



Esse choque de realidade é bom. Apesar de uma sensaçã ode derrotado pairar em nosso ser, serve de alimento e vira um gás para a coragem de encarar as primeiras barreiras que você irá enfrentar.  Respire fundo, amarre seu tênis e pegue sua mochila: A vida começa nesse exato momento, aquela vida que não está nas novelas ou nos quadrinhos: a SUA vida. 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A melhor semana: Bienal do Livro Rio 2015


Olá queridas batatas! Como mencionei no último post, estaria presente em dois dias na Bienal do Livro Rio 2015, o que considero um grande presente de aniversário, já que dia 13 de setembro (no caso, domingo) foi o meu grande dia para completar mais um ciclo élfico... digo, de vida. Juro que serei breve e resumida para não deixar isto grande demais.

Irei deixar particularmente meus pensamentos do meu aniversário para outro dia, pois o foco agora é esta semana INCRÍVEL que vivenciei. 

Alguns sabem como estava triste com as situações cotidianas ao meu redor e como as pessoas se portam. Tenho um "sério" problema de ficar exclusa em meu canto quando passo por dilemas ou problemas diversos (incluso saúde, principalmente). Sei o quanto é incômodo, porém é reconfortante e ao mesmo tempo um veneno. Percebi isso e pretendo me abrir um pouco futuramente, porém tem horas que realmente temos que dar a volta por cima de algumas síndromes ou transtornos para poder contemplar tudo em sua volta. Até desafiar limites!

Os dias em que estive lá foram o dia 8 de setembro e o dia 12 de setembro. No dia 8, estava acompanhada além do meu namorado, duas amigas muito queridas: Fernanda e Jullia (do blog de mesmo nome). Encaramos toda a maratona do ônibus acompanhada por biscoitinhos de chocolate e, por pouco, acabei não indo. Como era um dia após o feriado da independência, foi bem calmo e sem filas iminentes, logo pude andar e comprar com tranquilidade, porém, como o RioCentro é um local enorme não consegui andar em todos os stands dos 3 pavilhões onde ocorria o evento. A volta foi a mais desafiadora: 5 horas de engarrafamento até chegar de volta ao meu município, o que é um desafio para quem tem problemas por engarrafamento e ônibus lotados sem ar o suficiente. Cheguei exausta e ainda tinha aula/apresentação no dia seguinte. Não sei como aguentei.


No dia 12, fui com a minha melhor amiga/filha/irmã Anny, além do meu namorado dwarf Jack e de um amigo muito querido, Ulisses. Sábado é mais tranquilo em quesito trânsito, onde eu moro, logo fui sem medo, ao contrário de terça.  Chegamos bem rápido e já partimos para pavilhões onde não tinha ido(green is coming), além de ir novamente nos que eu tinha ido na terça-feira para comprar outros títulos que deixei para este dia. Aliás, levei uma mochila reserva para carregar os outros livros e cheguei a passar mal com tanto peso nas costas, porque sou dessas que coloca duas mochilas nas costas e vai andando em círculos.



 A parte feliz deste segundo dia é que pude comprar títulos que cheguei a ler e nunca terminei porque era emprestado e a pessoa era muito ciumenta com o livro, ao ponto de não conseguir terminar. Então, pude ter a honra de comprar de um autor que acredito que muitos que estão aqui gostam muito tanto quanto eu, além de ser amigo do meu amado Lewis. Não só de Tolkien, mas outros livros que outrora já tive também, como no caso dos contos de fadas.

Outra parte feliz foi conhecer o livro e o autor de Os Portões do Inferno. A sinopse me encantou absurdamente e ouvir com suas palavras todo o seu carinho e paixão pela sua obra fez o coração desta paladina se maravilhar. Folheando pude ver com muito carinho o zelo desde o mapa até os glossários para que nenhum leitor se perca nos termos e no universo. Sua longa experiência no meio fantástico, rpg, tolkien, entre outros, e as coisas que o inspirou farão vocês "tremerem na base".  Se tornou o topo da minha lista de 5 livros que estava lendo intercaladamente. Já estou no capítulo 2.




A parte mais tensa foi a alimentação, pois gastei singelos 44 reais só no Bob's com um trio estranho que tinha (porque comi duas vezes, já que eu não tinha tomado café e voltaria tarde). Senti falta de várias editoras lá e creio que provavelmente em São Paulo é mais completo nesse quesito. Porém posso dizer com orgulho que o do RioCentro foi EXCELENTE! 30 anos muito bem comemorados em solo carioca, para alegria de nossos corações cariocas. Abaixo segue a lista dos livros que comprei. Com ressalva de que não serão só esses que também irão compor o menu Livros do blog, mas toda a imensa leva de livros que já tenho em casa, que já li.


TÍTULOS-LIVROS

Alice (volume com os dois livros), Contos de Fadas, Floresta dos Corvos, Quando cair o verão & outras histórias (Doctor Who), Templária - Cidade entre mundos, O Forasteiro, Diário de Helga, Aniquilação, Tókio Ano Zero, O Portão do Inferno, Half Wild (os dois volumes), Dragões de Éter ( os três volumes), Senhor dos Anéis ( volume único, gigante, glorioso com os três livros), O Aprendiz de Assassino, A Espada  de Shannara ( queria muito, amo elfos e terá seriado. Comprei os dois volumes), Estado de Graça, O Mundo de Downtown Abbey, Resplendor da Cultura Medieval, Angkor.

TÍTULOS-QUADRINHOS

Hora de Aventura - Fionna & Cake, Warcraft - Lendas 1, Biblioteca DC - Mulher Maravilha - Deuses e Mortais, Quack - Kaji Pato, Box Fushigi Yugi - 19 ao 24.

TÍTULOS- PRESENTES PARA OUTRAS PESSOAS 

Halo - Broken Circle (para o meu namorado), O pequeno Príncipe (para minha irmã).

Pouca coisa, não? Por conta do cansaço e pela hora, não pude levar mais livros, para a tristeza de meu coração.  Minha frustação foi não ter encontrado a Aleph, a Darkside e outras que possuem títulos da cultura pop (Jurrasic Park, The Jedi Path, entre outros) para poder chorar uns descontos. Motivo? As lojas entre os pavilhões laranja, verde e azul, além da Editora Record (onde planejava fazer a xepa) estavam absurdas de cara com descontos de 3 reais, o que faz ser muito mais em conta comprar via internet, que está bem mais em conta em relação a diversos títulos/box pop. Fez feio, fiquei triste. Magoou. Mas como o coração de que ama ler é mole, logo mais estarei comprando os títulos de tanto desejo na internet mesmo, ok ? 


Então é isso, meus amados. Um post bem rápido sobre dois dias que valeram toda uma semana. Um momento em que poderia repetir novamente por toda a vida, uma fuga da realidade bem bacana. De todas as editoras presentes, as melhores em desconto foram sem dúvidas a Intríseca e a Arqueiro. Para você ter noção tinha livro no valor de 5 reais e Shannara eu levei os dois volumes por 28 reais, como exemplo. Para quem acha que Bienal não vale a pena, por uma pessoa aqui que ama e é suspeita para falar: Vale sim! Só sondar o preço e ver se está em conta, se não estiver.. Internet!
E NÃO CONSEGUI ABRAÇAR O MAURÍCIO DE SOUZA. ATÉ MAIS.

domingo, 6 de setembro de 2015

Ter uma vida saudável é um sacrifício?

Olá meus queridos sushis! Pelos comentários em posts anteriores percebi que sentiram minha falta durante essas semanas, então, sintam-se abraçados. Aqui estou de novo, um pouco mais calma, aproveitando o pré-feriado para fazer uma postagem. Particularmente queria já começar a trazer minhas análises e outros conteúdos, porém decidi para começar isso mesmo depois que eu for na Bienal do Rio 2015 - que por sinal parece estar INCRÍVEL.
Hoje irei tocar em um tema que tem me incomodado desde que tomei uma decisão por ordem médica e por conta disso dedos se viram contra o meu rosto: Saúde. Relaxem que é bem interessante, vai valer a pena cada minuto. 


Tirando a minha infância onde a minha alimentação sempre foi  um zelo da minha mãe, no final da adolescência mal bebia água (ao ponto de ficar meses sem beber) e ingeria litros e litros de refrigerante regados de massas e tudo que há de gorduroso neste mundo, nesse planeta. Sério, eu chegava a comer 2 subways de 30 centímetros em uma dia SEM ALGUM PROBLEMA.Sempre tive prazer em me alimentar, mesmo que de forma errada. Adorava saborear tudo o que eu comia e deixar tudo bem picante ou agridoce. 



 Porém, isso trouxe muitos prejuízos na minha saúde ao ponto de parar internada com 5 agulhas nas veias enquanto o outro braço eu tirava sangue para exames. Pela falta de água no meu corpo minhas veias ficavam ralas e arrebentavam, ao ponto de meu corpo "se desmontar" na rua e ficar no chão até conseguir me recuperar. Não conseguia sair da cama e um dia que fui magra normal (o famoso : com carninha), cheguei em 20 quilos acima do meu peso ideal, além de que tomo remédios para um tratamento sério que tenho feminino. Entrei em uma crise, onde não tinha mais forças, meu psicológico sempre foi afetado por conta da depressão que já tive (e foi um dos motivos de sumir do mundo blogueiro por um tempo) , meus relacionamentos com as pessoas estavam de mal a pior e meu auto-estima não existia mais, era lenda

.  Até que no final do ano passado, no Natal, me empanturrando das mil e uma gordices natalinas, me olhei no espelho e me lembrei do que a médica me falou dias antes: Ou você busca mudar, ou você não viverá mais. 



Desde então, em uma crise de choro absurda pelo choque de realidade que qualquer um passa nesse momento, não me reconhecia mais no espelho: Uma menina forte, corajosa, decidida e independente mesmo com todos os traumas e problemas que passou durante toda a vida estava frágil, fraca, dependente, desmotivada e afundada de novo na depressão. Tinha perdido meu verdadeiro ser, minha verdadeira identidade, meu ímpeto de tomar atitudes, até nisto!

Então em janeiro, comecei: Cortei por conta própria gordura, açúcar e frituras de modo agressivo, de um dia para o outro. Comecei a beber água de dar inveja a camelos e a trocar alimentos por naturais e integrais.  Evitava ao máximo qualquer coisa industrializada e ficava de olho nos sódios.  Os primeiros meses foram terríveis: já sou por natureza nervosa e impulsiva e acabei me tornando extremamente agressiva por conta da abstinência de tudo que eu comia de "ruim" e tinha reduzido a quantidade para reaprender a comer. Foram exatos 3 meses de tormento e choques com família e amigos.  No quarto mês senti meu corpo mais leve, mais disposto, mais magro porém mais saudável. Minha pele ficava mais limpa, meus cabelos voltaram a ter brilho e eu conseguia pensar e estudar INFINITAMENTE melhor do que antes.

No sexto mês estava linda, corada, saudável, uma princesa guerreira pronta para a batalha literalmente e bati o recorde de 6 meses sem pisar em um hospital na emergência, coisa que fazia a cada 3 dias. Recuperei até mesmo meu auto-estima, estava mais feliz, bem, até que outros tormentos apareceram. Alguns tormentos psicológicos de gente que confunde alimentação e vida saudável com radicalismo. 

Desde já, nunca fui e nem sou vegana. Cortei lactose e glúten porque de tanto que eu comia além do limite natural de um ser humano, desenvolvi uma alergia leve (fica a dica para quem toma 5 litros de leite por dia como eu tomava) porém atualmente eu como moderadamente, pois nosso corpo necessita.  Trocar tudo que é massa branca por integral (trigo por exemplo) não é sinônimo de emagrecimento e essas coisas loucas de vegano radical : É sinônimo de menos agressão e mais nutrientes para o seu corpo. 



 Muitos me criticaram, riram da minha cara, me chamaram de chata e nojenta só porque eu como legumes (!) - nunca mudei meu caráter e minha personalidade por conta da minha mudança, apenas negava aquele copão de coca-cola de dois litros da vida.  Os mesmos que não se importam com a saúde de forma básica, com um arroz e feijão, mas param no hospital e depois ficam pedindo orações para que não seja algo grave. Saibam que verduras e frutas (essa última quase não como porque realmente sou chata) e tudo que é mais natural possível é melhor do que um congelado, uma pizza de manhã e de noite por 1 semana. Isso não quer dizer que nunca mais vá comer, mas saber comer é essencial. E isso eles não entendem, mas ficam me pressionando para que eu engorde como antes. Sacrifício? Sim, mas por um bem maior. E no final, você repara que sacrifício mesmo é entupir seu corpo de coisas deliciosas que podem ser "comidos" de forma mais controlada se você souber dosar isso. Melhor viver bem e comendo as coisas sem problema do que viver a base de medicamentos, com o corpo ferrado.

Eu como pizza, como tudo o que eu amo, tomo refrigerante mas eu dosei a quantidade por semana, além de repor depois em verduras e legumes no meu almoço no dia seguinte, para que não me faça mal se eu exagerei.  Acho que eles se esquecem do sofrimento que tive com problemas de gordura no fígado, o estômago bugado e o intestino quase pedindo o fim da vida, fora meu problema hormonal.  

Nessas horas, vemos quem é amigo de verdade e quem não é. Se não quer saber de ter uma alimentação descente, saber controlar sua impulsividade por docinhos e viver reclamando da sua saúde e do seu peso o problema é SEU. Agora jogar SUAS frustações em cima de quem literalmente NASCEU DE NOVO é no mínimo uma hipocrisia e uma falta de caráter absurda. Me entristeci com essas pessoas porque eu me preocupo demais, porém hoje já sei lidar com elas: Tô nem aí.



Hoje posso saborear uma lasanha com sabedoria sem medo (até mesmo comer uma caixinha toda caso seja congelado) pois sei que não passarei no hospital cheia de medicamentos, pois meu corpo se preparou para quebrar tudo que é gordura e substância que me fazia mal pela ótima alimentação que eu tenho.  Hoje sou feliz por voltar a conseguir pegar ônibus com tranquilidade, sem a maldita síndrome do pânico pois passava mal sem hora nem momento.Hoje posso me deliciar com um churrasco delicioso, cheio de picanha e coração de galinha, pois meu corpo não vai rejeitar o que como e sei ter uma alimentação leve no dia seguinte. Hoje sou feliz porque o meu rendimento, que já era alto na faculdade, se tornou mais alto ainda por estar comendo bem. Hoje eu vivo, eu nasci de novo e ninguém tem o direito de apontar o dedo me tratando. Nem a mim e nem a você com as decisões que você escolhe na vida.

Se você está passando por isso ou não, saiba: Seja forte! Não deixem ninguém te julgar e acusar de coisas que você não é. Não deixem te rotular, SEJA VOCÊ SEMPRE, INDEPENDENTE DA MUDANÇA QUE FOR NECESSÁRIA PARA MELHORAR SUA VIDA.

sábado, 29 de agosto de 2015

Notícias e TAG interessante



Olá, queridos humanos!
Como sabem, estou em uma constante enrolação particular. Hoje tem a final da Copa América de Heroes of the Storm de noite, correria para as primeiras provas da faculdade, detetização em casa, preparação da mesinha de artesanato para os tutoriais, entre outros.
Comprei até um quadro branco e um piloto roxo para me organizar, além de utilizar o Google Agendas e Post-Its. É, sou meio neurótica com isso. E ainda tem meu aniversário em Setembro no qual desejo profundamente comemorar sozinha ou no máximo com minha irmã. Estou numa bad vibe em relação a isso que nem imaginam. Falando nisso, não terminei de responder todos os comentários. Gosto de dar total atenção e visitar todos os blogs, mas com calma irei fazer isso. Odeio fazer coisas de qualquer jeito então é melhor eu demorar uns 4 a 5 dias para fazer do que chegar e não dar atenção aos posts e  comentários e responder de qualquer jeito. Então ganbatte! Vai dar tudo certo. 

Como este post não era programado, ele será curto e breve. Aliás será a primeira TAG do blog dentro do menu Cotidiano. Fui convidada com todo carinho por Keiko do Empanimes para participar e agradeço com muito amor. É uma tag de perguntas e respostas bem interessante, mas não sei ao certo como se chama e como é a primeira vez, espero que me perdoem.


Regras:

Dar créditos ao blog Purmoon  pela criação da tag;
Dizer quem lhe passou a tag: Keiko
Tentar dar apenas uma resposta em cada pergunta;
No fim repassar a tag a pelo menos três ou mais blog e avisar a eles que repassou.

Perguntas e Respostas:
Anime/Mangá 
Amo: Difícil, mas as Obras da CLAMP são meu puro amor, além de Digimon e Sailor. (Desculpe os outros animes e mangás incríveis, mas esses estão em primeiro lugar.)
Odeio: Não lembro.

Filme 
Amo: Indiana Jones (Que Tag difícil, sério)
Odeio: O último filme que vi que odiei foi Big Hero 6. Muito previsível, totalmente fora da história original. 
Série 
Amo: Xena, a Princesa Guerreira
Odeio: Breaking Bad 
Livro 
Adoro:
  Crônicas de Nárnia e Sete Desafios Para Ser Rei

Odeio: O Guardião de Memórias ( A história te deixa com muita raiva, recomendo. Odeie.)
Comida 
Adoro: Comida Japonesa e massas diversas. Agora mesmo desejo com todas as forças uma deliciosa Lasanha a Parisiense acompanhado da salada que eu faço.
Odeio:  Açaí.
Bebida
Adoro: Cappuccino Gelado e Suco de Maracujá/Morango. 
Odeio: Bebida Alcoólica. (Suma com isso e esse cheiro horrível perto de mim.)
Doce/sobremesa 
Adoro: Pudim e o Pavê de Chocolate do meu Namorado.
Odeio:  Doces... Literalmente doces. Aliás, não sou fã de doces.
Acessório 
Adoro: Meus colares de tudo que amo ( Dentre eles o báculo da Sakura Kinomoto e o escudo da Horda)
Odeio:  Brincos. Não tenho orelha furada.
Peça de roupa 
Adoro: Qualquer coisa que me deixe confortável e seja no meu estilo.( Leia-se: estampas de jogos, animes, artes bacanas ou meus desenhos) 
Odeio: Saia. Mortalmente. Sumam com isso perto de mim.
Calçado 
Adoro: All Star é lei. E Bota também. Um coturno e pá.
Odeio: Saltos e rasteirinhas agregadores de sujeira.
Música 
Adoro: Eu me complico a me classificar, mas o que mais amo J-Rock, Rock Tradicional, J-pop, Folk, Celtic Music, Metal Sinfônico, Música Clássica, Indie Pop, Pop 60,70 e 80, Techno. 
Odeio: Funk Brasileiro e Axé.
Estação do ano 
Adoro: Primavera  e Inverno. 
Odeio:  Verão e seu sol castigador. Ele mora no Rio, juro. 
Flor/planta 
Adoro: Violetas e Hortências 
Odeio: Nenhuma
Animal 
Adoro: Felinos e Caninos. 
Odeio: Répteis além de insetos.
Cheiro/aroma 
Adoro:  Eucalipto.
Odeio: Cloro.
Cor 
Adoro:
 Preto, Roxo e Azul. 

Odeio: Rosa. Até uso as vezes, mas acredite. Odeio mortalmente. (Não me questionem sobre o layout.)
Banda/cantor Adoro: Queen, Omnyouza, The Police, Enya, Shuga Shikao, Katy Perry (me julguem). Odeio: Não lembro, mas Lana del Rey e Lady Gaga são um porre para mim. (Fandom, relaxem, não sou treteira, sou deboísta)
Fruta 
Adoro: Maçã
Odeio: Tomate (Joguem este fruto do pomar de Satanás longe de mim.)
Festa/Dia 
Adoro: Aniversário, Natal.
Odeio: De vez em quando Aniversário e Ano Novo. E Carnaval.
Hobbie/Atividade 
Adoro: Desenhar, Jogar, Escrever Livros.
Odeio: Ficar fora de casa por muito tempo a não ser que eu precise de um momento particular longe de humanos.
Esporte  
Adoro: Vôlei
Odeio: Futebol
Objeto 
Adoro: Minha coleção de HQ'S (Mangás, Comics, etc), Algumas figures e meus objetos artesanais.
Odeio: Móveis escuros que não são rústicos.

Irei repassar apenas para a Ju desta vez. Ela é uma amiga muito queria e que está entrando no mundo blogueiro pela primeira vez. Estou radiante e queria dedicar a ela. Todos que estão lendo são livres para fazer.

Achei bacana essa questão de Tags. Gosto muito de participar e interagir por ele, assim vocês podem me conhecer um pouco melhor além do que já escrevo sobre reflexões e cotidiano.

Agradeço também a paciência em relação a este momento conturbado que estou passando. Aliás, terá Bienal do Livro aqui no Rio de Janeiro e estou me coçando para trazer tudo o que irá rolar lá também. Isso é para vocês verem que eu me esqueci até de mencionar isto no início do post. Estou me preparando para pegar "trocentos" ônibus e metrôs para chegar até lá. Vida de quem é da Baixada não é fácil. Porém estou bem animada pois será um conteúdo muito interessante para quem não pode ir para Bienais. Quero passar todo o sentimento para vocês com muito carinho.

Até o próximo post e que a força esteja com vocês!



terça-feira, 18 de agosto de 2015

Aviso SUPER importante


Olá, meus queridos aventureiros! Venho fazer um comunicado bem rápido quanto a esta semana.
Estou passando por um pequeno período conturbado de grade na Faculdade e necessita de mais atenção para que eu verifique se está tudo bem fora a minha ida para exames de rotina com médicos que calhou de ser esta semana. Então, a princípio, as postagens irão atrasar um pouco e provavelmente serão lançadas semana que vem (ou batendo setembro). E provavelmente ² os posts variados também começarão.

Estarei no decorrer da semana respondendo comentários e visitando outros blogs nos tempos livres que tiver. Aliás, confiram esta matéria forte e impactante que fiz para o site onde sou colunista. Se você joga (independente se for HotS ou não), vale a pena a leitura.



Todos os jogos online possuem seus problemas na comunidade. Você está fazendo sua parte para torná-la um lugar melhor?http://bit.ly/1hiUplJ
Posted by Girls of the Storm on Segunda, 17 de agosto de 2015
E por conta de uns problemas no layout, talvez eu tenha que mudá-lo, o que me corta o coração (mas manterei o estilo todo se for necessário!). Até os comentários e semana que vem!

domingo, 9 de agosto de 2015

As simples coisas da vida


Boa noite (ou madrugada, no caso), queridos e queridas!
Antes de começar o post, gostaria de dizer que no final dele terá alguns avisos sobre algumas coisas que começarei a fazer no blog em relação as postagens. E o feedback é sempre bem-vindo, com isso gostaria que  lessem com carinho.

 Quarta passei um dia maravilhoso com meu "Pitoco", apelido que dou carinhosamente ao meu namorado por ser baixinho. Não que os outros dias não foram maravilhosos mas quatro anos de relacionamento é algo um tanto complicado na sociedade atual em que qualquer tipo de probleminha é motivo para desistir de um relacionamento ao invés de resolve-lo. E como são quatro anos, segue uma tradição nossa de comemorar fazendo algo que amamos: comer.
Parace bobo, não é? Tirando pelo fato de que é uma paixão incondicional minha e que ele gosta demais um bom restaurante japonês (com uma boa promoção, o que nem sempre é fácil, mas conseguimos.) muitos acham bobo apreciar pequenas coisas, gestos na vida. Pegar um cardápio e olhar todo o tipo de comida que você nunca experimentou combinando em juntos explorar essas delícias realmente parece muito bobo. O sabor de descobrir algo diferente com quem nós amamos é incrível, vá por mim. Enquanto o mundo preza por coisas caras, gestos e atitudes, muitas vezes materiais para pressionar alguém, sou do time que não importa aonde e como, as simples coisas da vida geram mais satisfação conjunta e valor do que qualquer outra coisa. Risos, caretas, aprovações, até mesmo limpar o outro com guardanapo, geram uma alegria sem igual.

 Em um mundo onde vivemos as falsas vidas nas redes sociais, onde ostentar é sinônimo de felicidade, alegria plena e "necessidade" para falsos holofotes da vida alheia, esses pequenos gestos e valores se perdem. Não é errado mostrar o quanto está feliz porque você conseguiu viajar para um país que você sonhava conhecer, mas sim fazendo por puro capricho, para se aparecer, colocando acima de sentimentos, de pessoas, de sua própria vida como se aquilo fosse o seu ápice e o seu "eu falso" para se mostrar para os outros. Buscam coisas grandiosas para si, como uma experiência nova e reflexão ou para mostrar os outros e conseguir uma "vantagem" em cima da vida alheia, muitas vezes sem mesmo curtir aquilo tudo? Fama? Tem pessoas famosas  que se tornaram famosas pelo seu trabalho reconhecido e são muito sinceras. Fazem por amor e não para obter status entre outros seres humanos. (Tem gente que irá indagar isso).

Naquele dia, como em outros, me senti a mulher mais realizada no mundo por ter conseguido experimentar coisas junto com ele mais uma vez. Novos sabores e aromas que nunca senti antes por sempre querer o mesmo. Uma conversa agradável, mesmo que com o sol do Rio, na Baixada, lugar que é ignorado pelo Estado, nos castigando como de costume pela janela. Observar as crianças felizes abraçando a mãe, um casal de mãos dadas olhando com ternura enquanto voltam do almoço de trabalho, até mesmo o senhor de idade bem estiloso curtindo aquele som. Coisas interessantes que perdemos de vista presos a egos que nada trás de benefício para o nosso ser. 


Parece engraçado, mas quando você trabalha com conteúdo de nicho, com entretenimento é difícil muita das vezes explorar esses pequenos prazeres da vida por conta de demanda e da correria no qual temos que lidar a todo instante nesse mundo maravilhoso aos nossos olhos. Por isso eu prezo com carinho cada palavra, cada abraço, cada minuto com pessoas queridas, desconhecidas e que ainda estou para conhecer, Deus sabe onde.



Então, você que está neste exato momento lendo esse singelo texto, olhe para o seu lado e veja quem está aí. Pode ser seu pai, sua mãe, seus irmãos, seus avós, seu namorado ou seu animal de estimação. Olhe para eles e tire um tempo para fazer algo novo com eles ou acaricia-los. Combinem coisas juntas, pode ser bobo como um filme anos 80 que vocês curtem e uma pipoquinha, mas será especial. Viva intensamente as pequenas coisas da vida, não deixe que as grandes te engulam.


Quero agradecer pelos comentários nos últimos posts. Saber que meus momentos reflexivos tocam as pessoas e compartilhar experiências pessoais é algo gratificante. O recado que queria dar é que irei começar outros tipos de postagens como planejado: cultura, dicas (ou d.i.y.), resenhas de livros, animes e hqs (sendo com youtube ou não). Vocês acham bacana intercalar semanalmente ou quinzenalmente esses tipos de postagem? Pensei em ensinar a fazer uma estampa de camiseta baseada em World of Warcraft e o anúncio explosivo do momento. Como disse, passar o que conheço, o que sei com pessoas queridas como vocês.

Provavelmente essa semana já sai um post do tipo, desde já agradeço o carinho. Obrigada pelos pequenos gestos e palavras pelos comentários. <3




domingo, 2 de agosto de 2015

Um ode à amizade


A cada dia devemos agradecer a Deus pelas amigas maravilhosas que nos cercam: sinceras, verdadeiras e que mesmo com diferenças se identificam de uma forma inexplicável contigo. Aquelas que cresceram contigo ou simplesmente parece que convivem anos-luz em pouco tempo. Aquelas que são cidadãs de bem, sinceras, íntegras, honestas com uma pitada de loucura que toda amiga possui. Aquelas que te disputam em uma partida de video-game, roubam sua pizza, te dão batatas fritas e palpitam sobre quem você está ficando apaixonada. As mesmas que juram mestrar rpg um dia, que fazem grupos de estudos exaustivos e ao mesmo tempo trocam figurinhas musicais. Sim, essas irmãs de consideração. 
Devemos agradecer a cada dia por estarem ao nosso lado, seja fisicamente ou virtualmente, durante todos esses longos anos que se passaram e os que ainda estão por vir. Devemos agradecer a cada minuto de nossas vidas, aproveitando todos os segundos como se fossem únicos. Devemos agradecer pela existência uma das outras ou uns dos outros, respectivamente.
Como todo mortal que somos nesse imenso planeta azul, nem sempre os caminhos que trilhamos nem sempre saem da forma que queremos com exatidão. Acontecimentos inesperados as vezes fazem com que o nosso nível de experiência nessa vida seja ainda maior a cada momento. Mas calma, respire e encare a vida pois mesmo que suas amigas estejam longe elas na verdade moram em um lugar muito importante: o seu coração, a sua alma.  Não há distância, não há local, não há empecilho ou intriga que nos separe das nossas amizades e principalmente não há tempo que tente ousar ou se atrever a tal feito. 
Brigas, críticas, discussões saudáveis fazem parte de qualquer relacionamento em que as pessoas se amam. A família é um exemplo disso, um amor verdadeiro (com teor sexual) também. Nunca seria diferente em relação a amizade. Ninguém deseja o mal para amigos e mesmo que a verdade ou o alerta venha a doer é como um puxão de orelha de mãe: um gesto de amor. Ouça com zelo, eles se importam com você.

Não é necessário um dia do ano, uma comemoração forjada do comércio, um momento de aniversário para celebrar as verdadeiras amizades. Você tem trezentos e sessenta e cinco (ou seis) anos para declarar, gritar, chorar, abraçar, lutar, esbravejar juntos a amizade. Que será eterna mesmo que passemos para o lado mais misterioso da vida: a morte. 



EEsmoticon h

sábado, 25 de julho de 2015

Complexidade : O Choque da Juventude



Estou aqui pensando que em breve completarei mais um ciclo de vida. Um ciclo de muitos, talvez? 
Um ciclo onde sempre nesse dia me mesclo a alegria de estar viva mais uma vez com a tristeza de estar mais velha - e com uma pontinha de orgulho disso. Aliás, isso é algo que todos nós passamos anualmente, mas se agrava com o tempo.


Olhar para trás e ver com uma linha do tempo tudo o que eu passei, senti, vivi, sofri  e o que custo a manter de certo modo atrelado a mim: minha verdadeira natureza, meu verdadeiro eu.  Aquela que acordava cedíssimo, estudava como se não houvesse vida e dedicava o resto de seu tempo aos seus desenhos, seus quadrinhos, suas artes (seja cosplay, desenhar, escrever ou simplesmente modelar totens do seu jogo de rpg favorito), seus jogos, enfim, tudo que a conectava como um todo desde criança.


A cada tempo que passa percebo o quanto é difícil manter pelo "padrão de um jovem na sociedade", esse padrão medíocre, hipócrita e que consigo sobreviver, buscando ter uma posição neutra diante os demais. Muitos que vivem nesse padrão não são hipócritas e medíocres, são sinceros, porém em sua grande maioria as futilidades são mais importantes do que o aprender, o conhecer e o viver em seu universo lúdico, se assim posso chamar. Falo isso não com um sentimento de soberba, mas de um certo modo um sentimento de revolta por ser julgada dentro do meu ambiente, coisa que não faço  com os outros (mas fiz aqui com o intuito de exemplificar).  Porém fico feliz em buscar sempre me preservar e estar com aqueles que compactuam comigo, que mesmo com diferenças de pensamento dos mais diversos assuntos, a amizade e a paixão que temos pelo que amamos em comum é maior.

Olho para trás e fico feliz pela profissional que me tornei que, diante de muitas dificuldades que me fizeram pensarem desistir, lembrei não só do meu cunho religioso, mas de toda aquela penca de dias de noites assistindo desenhos (seja animes chegando até em cartoons) que mostravam que não importava o nível de dificuldade que você sofreria ou até onde o seu limite aguentaria, você nunca deveria desistir ou abaixar a cabeça. Pois a força para continuar não era ali, era ainda mais profundo e só você saberia a resposta para vencer. Parece mais um roteiro de anime, porém é uma descrição que bate da maioria dos que assisti com a minha vida. E está sendo assim até hoje.

Outra coisa, agora um tanto engraçada, quando olho para trás é que odiava férias e hoje as preservo como se fosse o ápice da minha vida, já que todo aquele prazer que tinha quando era mais nova era feito depois de voltar da escola até o dia seguinte.  O nível de  nervosismo que uma faculdade causa é infinitamente maior do que enfrentar o último boss de um jogo que você tenta ganhar faz dias. Mas eu consigo sobreviver, pois quem cresceu sendo desafiada a todo momento, considera isso uma fichinha e o prazer chega nas férias.


O último olhar que tenho é que pode passar séculos, eu sempre serei aquela menina teimosa e convicta, a inquieta que não parava de estudar, de pesquisar, de conhecer e de trocar experiências e descobertas com outras pessoas. Continuo me exigindo triplamente para ter as notas sempre no alto, com meu coeficiente de rendimento lá em cima como recompensa em relação ao meu esforço. É algo bem pessoal, mas só quem fica sabendo disso no máximo são meus amigos e familiares, que me conhecem intimamente se sabem que eu tenho este desejo difícil de controlar que é estudar madrugada adentro sem ter um pingo de cansaço ou irritação, mas prazer por isso.

Estou perto de chegar aos meus 22 anos e fico pensando como será do mês em que eu começar este novo ciclo em diante. Hoje não penso em um ano, mas penso a daqui a cinco anos como será.  Será que serei reconhecida profissionalmente, depois de tantos puxões de tapete? Será que meu livro ou meu mangá vai ser finalmente publicado? Estarei casada (ou me casarei exatamente 5 anos depois)?  Estarei bem? Estarei atingindo meus sonhos? Conseguirei ajudar minha família como desejo? 

Uma coisa eu tenho certeza: Daqui há 5 anos eu estarei mais forte do que nunca, com ainda mais experiência e sem medo de encarar a realidade.


E sempre sendo aquela menina idealista e sonhadora desde criança, cercada das pelúcias, dos quadrinhos, dos jogos e do seu amado pc, que nunca abandonará parte de sua razão de viver.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A Beleza das Raças


Olá meus queridos! Depois de muito pensar, realmente vi que vale a pena retornar meu blog pessoal, independente se for ou não com o nome dos outros blogs que já tive e não deixar morrer o hábito de expressar o que desejo em um lugar próprio para isso, com o intuito disso.  Apesar de não ter pique algum para fazer um layout do zero, considero este o mais agradável no momento e o fundo dele remete aos 8 anos de blogs pessoais que já tive na internet. Louco não é? Esses 8 anos se passaram rápido e o mais legal é que muitos links de muitos blogs meus do passado ainda estão ativos, logo, farei um portifólio especial deles para contar um pouco a minha trajetória. Introduções a parte, vamos ao assunto do título: A Beleza das Raças.



Antes de mais nada, sei que vai parecer que estarei falando de nós, humanos, falhos e corruptíveis, sobre "raça negra, branca, amarela, vermelha, roxa, bicolor". Já deixo de antemão que para mim a única raça é humana e existe um catálogo de cores muito linda por sinal, porém, não estarei falando disso e sim de uma situação que ocorreu e me fez analisar e chegar a conclusão do post de hoje.

Gosta de Histórias fantásticas, com diversos seres e criaturas retratados das mais diversas formas por diversos artistas diferentes? Então venha e abrace-me, pois é deles que nós vamos falar. 
Em um post que eu publiquei em um grupo em relação a um conteúdo de um jogo da Blizzard Entertainment, o que mais chamou a atenção foi a aparência bela, máscula e linda de um orc que utilizei para elaborar a parte visual daquele conteúdo, o que criou um desenrolar de assuntos referentes a isso.

"Orc são feios, horríveis. Prefiro humanas."  Foram as frases que eu mais ouvi, ou melhor, li. Será mesmo que orcs são tão feios ou que todos são feios? Se colocarmos em nossa condição humana existem humanos horrendos e humanos que parecem ser a perfeição na terra. Muitos normalmente se opõem a raças diferentes no quesito aparência por se prender apenas ao seu cotidiano e a sua visão humana das coisas. Uma raça para ser bonita necessariamente a fêmea delas tem que ter o padrão peito, bunda e coxa de uma humana? Não meus caros. Cada raça em si tem sua própria visão e se estivermos apegados a nossa visão, a nossa natureza, nunca iremos contemplar a beleza de raças diferentes como as nossas.

Tem raças que o chifre, quanto maior ou quanto mais liso, é mais belo ou a cauda, quanto mais roliça, mais atraente é .  Ou tipo de pelagem, formação do corpo e por aí vai.  Orcs como um Reghar ou um Thrall da vida são belos em relação a sua raça. Raças desprovidas do que os humanos consideram essenciais (peitos, bundas e coxas) possuem suas características particulares de beleza à aquela raça.  Até mesmo um Troll tem o seu naipe de beleza, dentro da visão de um troll, da visão de quem é e quem vive o dia-a-dia daquela raça.

 Então é certo que é um equívoco muito grande, um erro, caracterizar qual é a raça mais bonita ou mais feia  olhando por óticas humanas. Não que seja errado, temos nossos critérios e gostos particulares, mas decretar que tudo é horrível sem levar em consideração que você deve ter uma ótica moldada naquela raça para compreende-la é no mínimo egoísta e enfadonho e de certo modo preconceituoso. Parece papinho de ativista - algo que eu não sou - mas é apenas uma reflexão de quem admira ficar desenhando detalhe por detalhe os diferentes tipos de raças fantásticas existentes que povoam a nossa imaginação (ou quem sabe existam mesmo?). Então vamos olhar que Rehgar e Thrall são belos comparados a outros orcs daquela raça, Então se quiser admirar uma outra raça qualquer, desapegue a características humanas e faça valer as características que a raça que irá admirar considera.  É a dica de hoje, amiguinhos.

E os orcs da Blizzard são bonitos sim. E se reclamar vai ter mais orcs na vida de vocês até aprenderem. #brinks

*Ps: Tem raças que tem características similares a nossa do que consideramos beleza, MAS NÃO É VIA DE REGRA

sábado, 16 de maio de 2015

O Incrível mundo da Imaginação



Sabemos que vivemos em um mundo complexo, onde a realidade é tão dura que nos sufoca e oprime. Vivemos diante a sofrimentos, angústias e devaneios que a vida em si proporciona, seja humano ou animal. Também vivemos com a esperança, aquela única que não escapou da caixa de Pandora, em um mundo melhor para todos nós.





Porém temos uma válvula de escape. Não digo que seria bebidas ou algo do tipo, pois isso é algo temporário que não acrescenta em nada quando você volta a ficar sóbrio. Me refiro a mundos e universos criados por pessoas que também fugiam da realidade utilizando o Incrível mundo da Imaginação. 

Nos leva a povos, raças das mais incríveis variedades e características, terras, monstros, lutas, valores antigos que já se perderam mas continua no inconsciente das pessoas como algo a ser honrado, lutas, enfim, fora de toda a nossa realidade, que povoa a imaginação de um, que é compartilhado por todos. Tem quem aprenda novas culturas, novas línguas, novas palavras, aumenta sua percepção de mundo e sua escrita. Até mesmo melhora as nossas decisões que muita das vezes são impulsivas.

Temos que agradecer uns aos outros pela capacidade de imaginar e pular por diversas dimensões sem medo, mas com uma garra, uma paixão e um amor incalculável, que faz com que não fiquemos loucos nessa realidade tão azeda e tão cinza e que, ironicamente, nos inspira a criar.

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